Meu Filho um Atleta

Projeto “Meu Filho um Atleta”

Meu Filho um Atleta

Introdução

Pelo corpo também se aprende a ler

A criança é uma liberdade se construindo, mas o adulto não é uma liberdade acabada. Nem poderia sê-lo. Pelo menos poderia ter mais cara de liberdade. Talvez sua infância tenha sido pouca.

Falo de liberdade e me vêm imagens. Vejo uma rua, garotos correndo, meninas pulando cordas, gritos, gargalhadas… Ah, a rua! Só falam de tirar as crianças da rua. Para sempre? Eu sonho com as ruas cheias delas. É perigoso, dizem: violência, drogas… E nós, adultos, quem nos livrará do perigo urbano? De quem serão as ruas? Da policia e dos bandidos? Vejo por outro ângulo: um dia devolver a rua às crianças, ou devolver a criança às ruas; ficariam, ambas, muito mais alegres.
Escolas também podem ser tristes, até perigosas. Na escola de período integral, em que a violência que assisto me faz engolir que é preciso confiar plenamente no Estado. Eu não me arriscaria. A escola de período integral é um paliativo ou é definitiva? Não será suficiente para o Estado, que sofre de insônia, mas sonha com um Admirável Mundo Novo. Alunos ou clones?

Outros tipos de imagens, com um pouco de esforço, a gente pode formar, imagens de crianças correndo, pulando, brincando até dentro da escola. Mas onde? Na sala não, é lugar de silêncio. No pátio? No pátio sim, na hora do recreio, na hora de recriar tudo de novo o que o Criador já criou. As crianças brincam de criar de novo, do jeito da fantasia. E na aula de Educação Física? Afinal, é o espaço da liberdade, do corpo, do gesto, do som. Mas na aula de Educação Física também não pode, porque aula é aula e não lugar de se mexer, de fazer bagunça.

Mas, falemos um pouco de pedagogia. Pelo ouvido também se aprende, desde que existam sons. Quem aprende tem de ser provocado. Nada provoca mais a criança que o movimento, a luz, o som, as cores. Pelo salto, como pelo abraço ou a brincadeira, também se aprende. Concordo que o estudo, tanto quanto o trabalho, é coisa séria. Coisa séria, não sisuda.

Abaixo a metodologia do “traseiro”. Há séculos que a escola, essa velha senhora, insiste na tese de que a criança tem que ficar sentada o tempo todo para aprender. Alias para aprender o quê? Essas coisas bonitas que a gente vai criando no pensamento são porque fica o tempo todo sentado, fazendo lição? E aquela vida lá fora, de barulho, de confusão, é outra vida, que não faria parte dessa mágica de aprender?

Um dia decretaram que meu filho, aliás, todos os nossos filhos, já não aprenderiam com o corpo inteiro. Aos sete anos de idade eles iriam para a terra da imobilidade, para se preparar para a vida. Seriam três a quatro horas por dia presos a pequenas carteiras, durante anos sem fim. Mas, o que é que eles fariam com tudo aquilo que aprendiam por aí, com os amigos, o pai, a mãe, os brinquedos, até com a televisão? O que fazer com os gritos, o choro, o sofrimento físico e o riso? É preciso fazer uma desinfecção de vida para aprender português e matemática?

Pelo corpo também se aprende a ler. Porque é tudo mentira que a gente só aprende se ficar quietinha, sentada na carteira, sem falar, sem ver, sem ouvir. Criança é movimento, é ação corporal, muito mais que reflexão. Não há pensamento que se forme que não passe pelo gesto. A vara de condão dessa mágica chamada conhecimento é o corpo. É pela ação corporal que a criança conhece o mundo. É a ação corporal que ela transforma em símbolos, em linguagens, em raciocínios. É preciso se mexer, para viver, para aprender, para criar. Os adultos se escandalizam com crianças e adolescentes trancadas em apartamentos, mas não se escandalizam com crianças e adolescentes trancadas em escolas.

Está certo que a prisão da carteira é muitas vezes atenuada por umas figuras maravilhosas que a gente chamava de professora e agora chama de tia. Mas, essas professoras seriam tão mais professoras, e as tias tão mais professoras, e as tias tão mais tias se não participassem do complô contra o direito humano da criança e do adolescente de viver seu corpo! Bem na hora em que ela começa a deixar de ser o centro, quando começa a ser sociedade, a sociedade começa a confiná-la em espaços individuais, o adulto que não suporta se mexer, “educando” a criança que não suporta ficar parada. Não haveria outra relação possível? Não haveria outra forma de educação?

Há pessoas que defendem uma educação, inclusive uma Educação Física, feia, chata e triste. Não me incluo entre elas. Nunca me esqueci da minha primeira professora, mas também não me esqueci da alegria que sentia quando batia o sinal da saída. Será que a escola não tem inveja da hora do recreio? Será que não sente inveja da alegria louca da criança quando bate o sinal? Sinto dizer, e é mais para quem gosta de cinema, mais, às vezes, acho a escola muito parecida com a Velha Morla, à tartaruga do filme A Historia Sem Fim.

“João Batista Freire”

“Controlar uma criança ou um adolescente é como segurar um sabonete molhado: não podemos apertar demais ou de menos, pois senão o sabonete cai… ou pula”.
“Willian Douglas & Renato Araujo”

Justificativa

Foco das Ações e Objetivos

Concepção

Histórico

Aproveitamento Promocional

O fascínio da Cesta

27 Responses to “Meu Filho um Atleta”

  1. parabéns por esse projeto pois ele educa as crianças demaissssssssss

  2. parabéns por esse projeto

  3. Parabéns a todos que trabalham na realização do Projeto, pois ele desperta em nossas crianças o gosto pelo esporte , o senso de responsabilidade , coletividade e solidariedade….. desejo que vcs consigam alcançar todos os objetivos propostos.
    abraços

  4. Agradeço muito a vcs da apaed por fazer parte da vida dos meus filhos ANTONY E RICHARD que hj me sinto orgulhosa de ter filhos atletas e responsavéis…e ao LÉO por ser um professor tão dedicado.. obrigada a tds vcs..

  5. ow é muito legal joga basquete !!!! eu pelomenos gosto ……

  6. eu faço parte do projeto sou aluna gabryellahuisra e acho o projeto apaed nota 1000000000000000000000000000000000000000000000000

  7. [aaaaaaaaaaaa]O melhor PROJETOO DO MUNDOO
    Nóoossa neim sei tipo o que falarr
    é PERFEITOO É ÓÓTIMMOOO
    Tipoo BASKETT É ÓTIMOO É TUDOO *-*

  8. Cool blog!

  9. Parabéns pela iniciativa, nossos filhos merecem.

  10. obrigado a vocês por nós ta tanto essa oportunidade de jogar basquetebol é muito interessante jogar basquete e é uma ótima dica para perder quilinhos

  11. eu amei muito esse saite ele é d+

  12. Beatriz gosta de basquete que nen eu

  13. Acho que projeto divertido mais nao é brincadeira .Tem que dedicar para ser um atleta bom e vencer ,ganhar troféis e medalhas…

  14. eu e a ariane nos somos muito amigas mas quando é no basquetebol ela tem que dar volta na quadra todos os dias

  15. Olá meninas do núcleo CAIC! Vamos arrebentar amanhã no desafio de habilidades. Eu estou muito feliz e tomara que tudo corra bem para todas nós. Professor Paulo, obrigado por me dar a oportunidade de estar jogando basquete, eu adooooooooooooooooro vocês. Bjs Beatriz, núcleo CAIC.

  16. Gosto tanto de jogar basquete, que não vejo a hora de ir para o treino. Me divirto muito e ainda aprendo muitas coisas. Beijo Beatriz, Lorena, Leandra Luiza, Mailine, Lorraine e todas do CAIC.

  17. Parabéns, é disso que nosso país esta precisando. Ocupar nossas crianças para que elas não fiquem nas ruas, e nada melhor que com o esporte !!!
    Mais uma vez PARABÉNS .

  18. martin@strafaci.shadowing” rel=”nofollow”>.…

    спс за инфу….

  19. pearly@lambarene.une” rel=”nofollow”>.…

    спасибо за инфу….

  20. memory@antibody.bravado” rel=”nofollow”>.…

    сэнкс за инфу….

  21. cantaloupe@crumbly.creating” rel=”nofollow”>.…

  22. laces@ernies.concur” rel=”nofollow”>.…

    tnx for info….

  23. stritch@tales.monochromes” rel=”nofollow”>.…

    tnx for info!!…

  24. accumulated@adnan.employed” rel=”nofollow”>.…

  25. chairs@nernst.taunted” rel=”nofollow”>.…

    thanks!…

  26. puppyish@lordly.ellis” rel=”nofollow”>.…

    thanks….

  27. tornadoes@masons.unthinking” rel=”nofollow”>.…

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